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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aumento salárial do Magistério


Até que enfim!
Os deputados do RS aprovaram um aumento de 10,91% no salário do magistério. Se fosse para aumentar os próprios salários os índices seriam 91,10%, como quase sempre, porém, como é uma carreira de obstáculos, os aumentos são irrisórios, do tamanho do respeito que os Políticos têm para com os Professores.

Porém, mais uma vez não foi votado o piso da categoria, instituído nacionalmente no governo Lula, mas que os estados precisam aprovar quando e de que forma o piso será instituído. A oposição, no RS inclui o PMDB, queria, mas a situação negou, apesar de ser uma lei aprovada no governo do Partido dos Trabalhadores .

Porém, a negativa tem justificativa. O deficit do estado. E a pergunta que não quer calar: Que culpa tem o magistério nisso? Assim vou negar-me a pagar os impostos que estão muito salgados, e Eu estou, além de Hipertenso com essa politica, com deficit de caixa.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Emegência!!!

Foto: Jefferson Botega - ZH
Até quando a dignidade humana será trocada por politicagens?

Nas emergências de Porto Alegre o cidadão espera por mais de 60 horas por um exame. Os hospitais do interior estão sucateados ou desequipados, soterrando os médicos da Capital, e também os das cidades pólo, criando algo inusitado, muitos hospitais do interior estão as moscas.

A famosa ambulâncio-terapia funciona a todo o vapor. Leo Miguel Niederle, 65 anos, saiu de Ivoti a 55 km de Porto Alegre, na manhã da terça feira e depois de 62 horas, ainda esperava pelos exames.

Nesses transportes de pessoas que enfrentam problemas de saúde, entram muitos políticos, que atuam nas suas bases trazendo doentes para Porto Alegre para dizer que estão fazendo algo pelos eleitores, com uma farta distribuição de remédios amostra grátis. Muitas vezes essas ambulâncias e micro-onibusô usados nessa tarefa sofrem acidentes, causando mais transtornos.

Há algum tempo atrás, numa cidade do interior, o então prefeito, foi conferir os pacientes que seriam enviados a Santa Maria e/ou Porto Alegre, 80% dos casos poderiam ser tratados na própria cidade, evitando gastos desnecessários com o transporte.

No fim são dois gastos. Um com o transporte dos pacientes até outro município, outro com a manutenção de maquinas e pessoas para a função na cidade. Além do desgaste das pessoas que, como o senhor Niederle, ficam em situações incomodas a espera de atendimento. As emergências de Porto Alegre já passaram do estágio de caos, e não é diferente nas demais capitais e cidades pólo, menos mal que nosso nunca antes Ex-Presidente, Luís Inácio Lula da Silva, afirmou que a saúde do Brasil estava a beira do 1º mundo, só se ele imagina o  1º mundo como o fim do mundo.

domingo, 10 de outubro de 2010

Corrupção e as urnas

                        Com o pensante nome de Rodin, a policia federal desbaratou uma quadrilha acusada de desviar mais de 40 milhões do DETRAN-RS em 2007, e até agora só vimos as pizzas de sabor amargo e salgado aos cofres Gaúchos. Houve um corre-corre naqueles dias nos corredores da assembleia legislativa do estado para saber quem estaria na lista divulgada, como um dia após o vestibular, quando os calouros buscam a aprovação.
                         Um dos principais envolvidos nas escutas telefônicas, tenta se explicar ao repórter Macedo da rádio Gaúcha, vale a pena escutar de novo.



                           Já foi post aqui mesmo no Republica de Vira-latas, em Setembro de 2009, quando o profeta Macedo, disse que Germano se reelegeria. Mesmo perdendo terreno nos votos, o ex-secretário de segurança do Governo Rigotto,e vice de Britto na derrota de 1998, volta a Brasília, respaldado principalmente pelos votos de seu curral eleitoral, que é Cachoeira do Sul.
                                Numa cultura de voto a cabresto desde a idade da pedra lascada, os Brasileiros ainda votam por um histórico familiar, e pela presença na mídia, independente do motivo que os leva às noticias. Como no caso da Família Moraes de Santa Cruz do Sul que se lixam para a opinião do povo, e se reelegem.
                                 Mas como se livrar destes sanquessugas do bem público?
                                Se no Tribunal de contas da União estão os ex-colegas de bancada e/ou plenário, que ainda usam as cotas de passagens do Deputado Germano, como a do Ministro Augusto Nardes, ex-deputado do PP, partido daquele.
                                 O que precisa de troca? Os deputados ou os eleitores?

sábado, 14 de agosto de 2010

Valores Humanos


Porthus Junior - Pioneiro
Muito debate se faz no mundo sobre os valores humanos. Sobre o quanto vale uma vida, ou quanto vale a honra, já chegaram a pesar a alma de um homo sapiens. Para alguns, a vida não tem valor algum. Arriscam a vida e as perdem com tanta facilidade e inconseqüência.
Agora nos deparamos com um caso curioso em Farroupilha – RS, cidade berço da imigração italiana e capital nacional da malha, sete mulheres estavam vendendo seus filhos para comprar crack. Leia mais detalhes na ZH online.  As mães, que não devem, mas diz a sabedoria popular, deviam amar incondicionalmente seus frutos, trocam-nos por uma droga qualquer. Ou seja, os seres por elas paridos não valem nada, pois amanhã nem fumaça mais deles restará nelas.
As mulheres têm em comum a idade, entre 20 e 30 anos, e o fato de se prostítuirem num reduto de prostíbulos da cidade. Sorte dessas crianças que uma delas num último suspiro de humanidade denunciou o caso à promotoria pública. Muitas delas ainda no período de gravidez, usuárias da droga, colocavam em risco a vida das crianças também.
Vamos ao carnaval. Na republica dos viralatas, a pão, circo e novela, vem ai, mais uma copa do mundo.      

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Politicagens & Sindicatos



 
No Brasil, embora não oficialmente, temos imposição sindical e os movimentos sociais desviam-se de seus propósitos. Sequer pode-se questionar as falcatruas que ocorrem dentro destes setores, que na origem é válido, sob risco de sofrer retaliações diversas. Cada vez mais, os sindicatos são partidarizados, devido à entrada sistemática de sindicalistas na política.
Ultimamente vemos os sindicatos tornarem-se antro de manifestações políticas, como na ação do CPERS, em julho do ano passado em frente à casa da Governadora Yeda Crusius PSDB, fugindo da ideia inicial de defesa de seus sindicalizados, exigia a saída imediata da governadora do cargo.
As manifestações do sindicato dos professores estaduais do Rio Grande do Sul vem perdendo ano após ano sua força de protesto, inclusive a mobilização dos integrantes diminui rapidamente. As greves organizadas pelo sindicato nos últimos anos, nunca conseguiram suas reivindicações por o apoio mínimo entre seus integrantes, e a falta de unidade ideológica política, vão minando as manifestações.
Por reunir pessoas com uma profissão em comum, não quer dizer que as ideologias políticas serão semelhantes. Luta-se por melhores salários e valorização da classe representada, independente de que partido ou ideologia que está no poder.
Sobre o protesto diante da casa da Governadora, houve exageros de ambas as partes. O CPERS não deveria invadir a vida pessoal da representante máxima do estado, embora numa manifestação livre e democrática, já a Sra. Crusius, exagerou ao expor seus netos à imprensa, como vitimas da ação.
Desde então, tornou-se um processo judicial, que em primeira instancia condenou-se o sindicato a indenizar os netos da governadora por danos morais em cerca de 20 mil reais. O caso promete ainda novos embates, pois ambas as partes vão recorrer da decisão. Porém, vale lembrar que, a batalha do CPERS não é por Impeachment de governador algum por problemas políticos, e pessoa pública não pode ter seu direito de privacidade violado, embora, deva explicações por má conduta, mas nada justifica o uso das crianças para finalidades políticas também.

sábado, 24 de outubro de 2009

Sem rumo

              
                Depois do povo identificar-se sem rumo, agora estamos sem estradas. Postei aqui mesmo, as fotos sobre o caminho para as olimPIADAS 2016, e Copa do Mundo 2014, mas agora, além, de esburacadas as pobres vias se veem sem dono. Uma disputa milenar entre União e RS, joga para um lado e para outro. Usuario que sou da antiga BR-287, depois RST-287, agora, RSC-287, que liga Tabai/Canoas à Santa Maria, região central do estado, que se encontra em estado lamentável entre (ironicamente) Paraíso do Sul e Santa Maria.

               O governo do estado colocou placas enormes, para ser vista pelos politicos que andam de avião, ou para Inglês ver, sem sair do Reino Unido, que a estrada está em fase de recuperação. Recuperação? Só se for na escola. Os gastos exorbitantes dos governos para coisas paliativas, como exemplo da própria BR-287, que entre Santa Maria e São Borja ainda é Federal, que faz tempo até que não a percorro, mas tenho histórias inacreditáveis para contar.
                Acho que em 2003, ou 2004, andei por aquelas bandas, e não dava para transitar pela rodovia, tamanho era os buracos. A brincadeira (se é que ainda se pode brincar numa hora dessas) é que se encontrassemos um metro sem buraco, dava para acampar. O mais cruel com seus usuários eram as placas de sinalização, todas novinhas, brilhando, anunciando curvas, limite de velocidade. Como um sádico os administradores deviam estar em algum lugar observando, ou com cameras, tipo Reality Show, para rir da situação. Uma estrada que até lesmas precisavam reduzir a velocidade, uma vistosa e luminosa placa de limite de velocidade 80 KM/H.
                 Pior de tudo isso, é que isso é de enfurecer até Monges Tibetanos Ortodoxos, mas caso alguém arranque essas placas enfurecidamente, será preso e multado por depredar patrimônio público, mas que deixa as estradas ficar neste extremo não deveria, ao menos, ser preso por tortura?

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

José Otavio Germano x Macedo Rádio Gaúcha

                De repende nosso ouvido vira penico de politico. A condição dos que tentam explicar as gravações que envolvem o nome deles em lamas de corrupção. Investigar e grampear esses politicos é ilegal. Desviar dinheiro público não o é?

               Escute áudio da Rádio Gaúcha clique aqui.

              Veja a que nível chega a hipocrisia do deputado que busca explicações estapafurdias que são dadas levando nossos eleitores a condição de burros de carga.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Um dia de fúria

               Cadê o pedigree que estava aqui?
               
               O gato comeu.
               
               Cadê o gato?
             
              O grampo pegou. Mas não se preocupe o grampeador foi preso.

             Parece piada, mas é real. Poderia ser em que país? Só o Brasil de seus políticos anjinhos poderiam pensar numa lei destas. Cada um sabe o tamanho do rabo que tem e protege bem. Agora pense bem antes de grampear umas folhas de relatório ou coisas similares, pois os grampos acabarão prendendo seus dedos.
           
              Esse dia ainda vai chegar, mesmo que você esperneie, não vai adiantar, o estado está, com o perdão da palavra, cagando e andando para o cidadão. Imagine a seguinte cena:
          
              “Uma delegacia de policia:
             - Vim denunciar o fulano de tal, residente na rua tal numero tal. Eu o vi entrando no meu pátio e roubando minha vaca.
             - O senhor está preso. Não pode denunciar um ladrão”.

            Desculpem-me os colegas socialistas e comunistas, mas qual era o problema da ditadura?

            Os maníacos políticos, onde impera uma gama de bravos lutadores em prol da liberdade e da democracia, estão democraticamente cerceando seus pares numa aventura decididamente ditatorial, sem que ninguém possa fazer nada. Digo possa, pois vontade não falta, mas há uma proteção gigantesca diante de nós, parece que estamos na idade media, com fortalezas medievais a serviço destes “escravo (demo) cratas”.

             Têm muitos por ai, que mais dia menos dia, pensa em ser William Foster, de “um dia de fúria”, neste filme de Joel Schumacher de 1993, Foster, interpretado dignamente por Michael Douglas, enfurece diante do caos da cidade e resolve destruir o que ele julga ser ruim para a sociedade. Parece um extremo perigoso, se transposto para a vida real. Mas estamos vivendo uma corda de circo, num show de equilibrismo onde nossa única garantia são duas cordas, a que pisamos em cima, e a outra amarrada no pescoço.

             O RS parece precisar de uma nova revolução farroupilha, agora contra os corruptos de plantão, já se descobriu falcatrua em todos os rincões, de uma forma ou de outra, tem eleição à vista. Falando com um eleitor domingo, ele disse que estava cansado das propostas dos políticos ano após ano, sem nada resolver, que agora iria mudar. Pensei que estava ficando politizado o povo, mas ledo engano, logo o eleitor completa:
         
             “- Eles sempre prometem e não dão nada. Agora só voto em quem dé (sic) algo antes”.

Porta Curtas - Ilha das Flores