“Foi o Vinte de Setembro, O precursor da liberdade”. Diz o hino dos orgulhosos farroupilhas sempre assanhados em meados de setembro, na comemoração pela guerra perdida, ouvi de um opositor da tradição Gaúcha, que obviamente, foi atropelado pelos insultos. A guerra não permite vencedores. Nem liberta ninguém, só nos aprisiona em sentimentos rancorosos ou prepotentes, que nos afundam sem piedade.
O exemplo Charrua, deveria ser seguido, assim como os Sioux, ou outros povos Americanos, até mesmo os Africanos, antes de terem na sua frente à “liberdade evoluída” do homem branco. Historicamente temos milhares de exemplos de como a guerra arrasa a evolução humana, basta citar alguns, como os jardins suspensos, a medicina Egípcia, e os conhecimentos artísticos e culturais com povos dizimados da antiguidade.
No caso dos índios Americanos, o belo filme, “Enterrem meu coração na curva do rio”, do diretor Yves Simoneau, e do livro de Dee Brown com o mesmo nome, nos fornece um panorama da fúria branca sobre os homens livres. A liberdade assusta o homem branco de tal forma, que são necessárias celas para prender o monstruoso alvedrio. E também “El Genocidio de la Poblação Charrua” livro do Uruguaio Eduardo Picerno, ainda sem versão em português, que narra o período histórico da extinção de um povo, em raros documentos oficiais encontrados no país vizinho.
Os Charruas, assim como os nativos norte-americanos não tinham noção de propriedade e matavam os bois dos homens brancos do Pampa, entre Brasil, Argentina e Uruguai, sem saber que era errado isso. Viviam da caça e da pesca, e não conheciam divisas ou limites. Esse anseio por liberdade aprisionou a humanidade numa redoma de hipocrisia e segregação, e ainda comemoramos a data de um acordo de paz, ou a tomada de um lugar ou um país, como se honra isso trouxesse, quando condenamos nossos semelhantes à desgraça.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
José Otavio Germano x Macedo Rádio Gaúcha
De repende nosso ouvido vira penico de politico. A condição dos que tentam explicar as gravações que envolvem o nome deles em lamas de corrupção. Investigar e grampear esses politicos é ilegal. Desviar dinheiro público não o é?
Escute áudio da Rádio Gaúcha clique aqui.
Veja a que nível chega a hipocrisia do deputado que busca explicações estapafurdias que são dadas levando nossos eleitores a condição de burros de carga.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Corrompendo Corações
Mais uma vez me repito, aliás, como a política brasileira também o faz, como cachorro sarnento correndo para coçar o rabo com os dentes, fica rodando, latindo e nunca sai do lugar. Os cães ladram e não mordem. Não alcançam o rabo, mas ainda balançam o mesmo, já nossos políticos, tem muita força, mas não conseguem balançar a cola. O peso é tamanho que nem com os eleitores todos conseguiriam soerguer seus eleitos. Nesta republiqueta de viralatas, me sinto também, como cusco sarnoso que não para quieto e arranca a cola para não ficar correndo em círculos.
Tem dias inclusive que fico sem me pronunciar diante de tanta balburdia para não ficar igual papagaio, só trocando o nome dos envolvidos, ou os criativos nomes adotados pela Policia Federal a cada, anunciada de antemão, varredura nos suspeitos. Agora temos que acatar democraticamente a decisão arbitral de comandantes de autarquias públicas que mesmo acusados de montanhas processos, continuam no cargo.
A alegação de que não há provas, não sei quais seriam provas contundentes, há gravações e indícios fortes, às vezes até imagens, mas alegam ser inocentes até se provar em contrário. Com a morosidade da justiça, faz-se uso de CPIs e relatórios do TCU, ou TCEs, e desacreditam os do MP. Nesse imbróglio de letrinhas, dados ao povo analfabeto que digere como sopa, entram cidadãos de caráter e moral duvidosas, com mais processos judiciais que muitos daqueles que investigam.
No RS se dá ao luxo de dizer que temos os cidadãos mais politizados do país, temos a presidente de uma CPI com vários processos contra ela, e um presidente de TCE, que responde a outros tantos processos. Não estou aqui dizendo que são culpados, há muitos indícios apenas, mas até provar que são inocentes vai uma estrada, que pelos buracos, demorará anos para chegar no fim, onde temos uma bela pizzaria com forno à lenha.
Agora que nosso presidente do TCE está sofrendo de problemas cardíacos pediu afastamento do cargo, para tratamento de saúde física, a moral, abalada, ou não, não precisa de tratamento? Se não fosse o coração do presidente, ele morria agarrado no osso. Sai fora e prova a alegada inocência e voltará mais forte do que nunca.
Essa balela medíocre de ser mais do Gaúcho, não passa de uma dualidade histórica, nada de politização, ou se é de um lado, ou de outro. Nunca votamos na situação. O dualismo derrotou os dois lados. Para o povo só sobrou a glória do passado e um assustador futuro.
Tem dias inclusive que fico sem me pronunciar diante de tanta balburdia para não ficar igual papagaio, só trocando o nome dos envolvidos, ou os criativos nomes adotados pela Policia Federal a cada, anunciada de antemão, varredura nos suspeitos. Agora temos que acatar democraticamente a decisão arbitral de comandantes de autarquias públicas que mesmo acusados de montanhas processos, continuam no cargo.
A alegação de que não há provas, não sei quais seriam provas contundentes, há gravações e indícios fortes, às vezes até imagens, mas alegam ser inocentes até se provar em contrário. Com a morosidade da justiça, faz-se uso de CPIs e relatórios do TCU, ou TCEs, e desacreditam os do MP. Nesse imbróglio de letrinhas, dados ao povo analfabeto que digere como sopa, entram cidadãos de caráter e moral duvidosas, com mais processos judiciais que muitos daqueles que investigam.
No RS se dá ao luxo de dizer que temos os cidadãos mais politizados do país, temos a presidente de uma CPI com vários processos contra ela, e um presidente de TCE, que responde a outros tantos processos. Não estou aqui dizendo que são culpados, há muitos indícios apenas, mas até provar que são inocentes vai uma estrada, que pelos buracos, demorará anos para chegar no fim, onde temos uma bela pizzaria com forno à lenha.
Agora que nosso presidente do TCE está sofrendo de problemas cardíacos pediu afastamento do cargo, para tratamento de saúde física, a moral, abalada, ou não, não precisa de tratamento? Se não fosse o coração do presidente, ele morria agarrado no osso. Sai fora e prova a alegada inocência e voltará mais forte do que nunca.
Essa balela medíocre de ser mais do Gaúcho, não passa de uma dualidade histórica, nada de politização, ou se é de um lado, ou de outro. Nunca votamos na situação. O dualismo derrotou os dois lados. Para o povo só sobrou a glória do passado e um assustador futuro.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
O bigode
Eu ainda sonhava em usar barbeador, quando a educação do meu avô, dizia com todas as letras, que um fio de bigode valia mais que um escrito (já escrevi sobre isso), mas meu avô, que já passou dessa para melhor, talvez por sorte dele, já que o bigode está tão desmoralizado hoje em dia. Justo o filho de chocadeira militar, que, aliás, detestavam os barbudos, bigodes são tolerados em poucas patentes, e adoram uma censura, mantenedor de uma vasta estrutura peluda acima da boca, desmoraliza sua própria saliência.
Estamos de gatinhas no quesito democracia, que estes demagogos ditadores, deveriam respeitar, pois até o partido que fazia parte nos tempos verde-oliva, usava o termo democrático no nome. Deve ser daí, a idéia de democracia que eles tem. Um importante portal da Republica Popular do Maranhão, também de mídia impressa e televisiva, acusa a imprensa sulista de perseguição à família ****** injustamente. Longe de mim fazer julgamentos à distancia, até porque não sou juiz, mas que os envolvidos mostrem a verdade, prova que todo mundo está errado, exceto o clã e seus asseclas, e pronto não se fala mais nisso. Melhor “cala boca” que se pode dar em quem fala mal de nós, é mostrar a verdade, que demora, mas faz bem.
Vejamos:
Zero Hora – 23/02/1989 – “CPI da corrupção é arquivada e senadores recorrem à justiça.
... Presidente em exercício da câmara, deputado Inocêncio de Oliveira (PFL – PE), que ontem mandou arquivar a denuncia de crime de responsabilidade como o Presidente José ****** e mais quatro ministros.” ...
E por ai vai, troca de domicilio eleitoral em 1990 de um estado para outro, criado por ele, para manter-se no congresso. Caso com empreiteiras em 1993. Caso SUDAM no ano 2000. Eis que chega 2009, e com ele atos secretos, casas “esquecidas”, ONG com ligações suspeitas com petrolífera, mordomo ganhando mais que o Presidente da Nação, com dinheiro público, gravações de esquemas de nepotismo...
Zero Hora (on-line) 01/08/09 - “Desembargador que concedeu liminar a filho de ****** é próximo da família”.
Para quem quer proibir os meios de comunicação de falar neles, precisa de um comportamento mais adequado aos padrões da sociedade, embora, não se tenha provas concretas, que às vezes nem provas contundentes são determinantes em punição, já temos motivos suficientes para nos calar agora, já que a maioria está errada, em falar dos santos da Republica, chamem o Papa Bento XVI e canonize já, todos, inclusive o mordomo, só doze mil reais para limpar isso tudo, é pouco.
Em tempo, onde tem ******, leia-se mordaça.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Ainda bem que pagamos impostos 2
Mais um capitulo da velha saga brasileira de pagar “bitributação” por tudo. Desta vez precisei de atendimento médico na cidade de Gravataí – RS, mas, mesmo exemplo próprio, serve para as maiores capitais, ou vilarejos recônditos deste imenso país sem lei, calcado na esperança de futuro, que fica sempre no amanhã.
Era uma gripe comum, que se estendeu em febre por mais de uma semana, resolvi buscar um atendimento médico após o expediente. Cerca de dezenove horas dirigi-me à uma clinica particular para usufruir do plano de saúde, terceira tarifa que preciso pagar para ter direito a tratamento médico, que na lei me é assegurado. Depois de duas horas e meia, sou atendido pelo pediatra da clínica, que não tem um clínico geral neste horário, apesar de vangloriar-se de ter atendimento emergencial até às 24 horas, e ser alertado que precisava fazer um exame mais detalhado em Raio-X, mas que naquele horário, naquela clínica, o plano não cobria. Só restava uma saída, dirigir-me a um hospital público, para usufruir dos impostos pagos ao ineficiente governo, chego a única clínica pública existente nesta cidade, eram vinte duas horas e treze minutos, mas resolvi ir ao setor dos convênios, onde me informaram que dentro de uma hora seria atendido.
Na sala de espera da recepção, um homem ensangüentado, pedia pelo amor de Deus que o atendessem, estava ali há horas, tinha sido atropelado, estava com várias escoriações pelo corpo, e o atendimento omisso. Depois de quase uma hora passamos à outra sala, para uma espécie de triagem, e nos encaminharam à outra sala de espera. Só seriamos atendidos por volta de uma e meia da madrugada, por um médico residente que se desdobrava entre os atendimentos pelo SUS e os do convênio.
Foram feitos alguns exames, que precisaram de mais duas horas para ficar pronto, sorte da natureza nada de mais grave, só de repouso e uns remédios e logo estaremos arribados, para pagar impostos para a saúde, impostos de outras fontes, que dizem ser para a saúde, e ainda pagar altas taxas dos convênios, para na maioria das vezes, nem representa nada, diante de um governo mentecapto, em todas as esferas, que nem para vigiar serve, já que atuar não há competência ou vontade.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Ainda bem que pagamos impostos


Coitados dos familiares do presidente da camara alta do país, que não sabem trabalhar, nem fazer nada, precisam mesmo destes impostos para ganhar a vida, já que de outra forma não teriam condições, enquanto nossas empresas precisam fazer os reparos públicos que o estado não consegue cumprir a demanda. Não bastasse a alta carga tributária sobre os ombros dos empresários, ainda há os sindicatos partidarizados querendo fazer nossos empregadores pagarem maiores salários, enquanto apóiam os mandatários que aumentam impostos, diminuindo as chances de aumentarem os postos de trabalho.
Uma breve sugestão, é abolir a cobrança de impostos, e deixar que o povo cuide de fazer as obras e os reparos públicos necessários, já que somos tributados três vezes para cada necessidade, e para supri-las só pagando um por fora.
Na foto exemplificando, mais um pouco a falência do estado, funcionários do CFC Carlão, pintam a sinalização vertical das vias públicas de Gravataí - RS.
Já não tem mais saida. Os aeroportos estão fechados, e não tem mais sinalização nas estradas, aliás, restam poucas estradas e ainda cobram pedágios... IPVA... CIDE...
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