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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Saúde de primeiro mundo

              Uma imagem vale mais do que mil palavras, diz o velho ditado. E sempre está presente, embora poucos dão atenção ao dito. Qualquer pesquisa nas ruas indica números estratosféricos de insatisfação do povo para com a saúde pública do Brasil.
                 Essas imagens não são montagens. São fotos e vídeos reais dos hospitais públicos do País, onde o presidente da Republica jura de dedos juntos, que a saúde beira o Primeiro Mundo. Se isso é primeiro mundo, o que teríamos no terceiro?
                
                 Pessoas precisam ficar horas nas filas para atendimento de emergência, meses nas filas para cirurgias simples, e anos para transplantes. Pessoas morrendo nas macas nos corredores dos hospitais por falta de leitos nas UTIs.
                
                 O contraditório, nesse caso, é que o mesmo governo que afirma que a saúde é digna de primeiro mundo, prega o retorno da CPMF para custear a mesma. O que precisamos na verdade são de marceneiros para tratar essas caras-de-pau. Elogiável o trabalho do SIMERS, sempre trabalhando pela SAÚDE, ao contrário do CEPERS, posicionando-se contra mais esse achaque tributário ao bolso do desenganado contribuinte.

                 Todos os anos em que foi cobrada a CPMF, nada mudou na saúde, o que mudaria agora?

                  Criado em 1993, sob protestos do PT, como PROVISÓRIA, e por medida provisória, e constantemente renovada, inclusive pelo PT quando chegou ao poder, e foi derrubada em 2007, pelos mesmos criadores da medida 14 anos antes. Quem antes era contra, agora é a favor, quem era a favor, agora é contra, no meio desse fogo cruzado, o povo não sabe para que lado correr, nem lugar vago para entrar a faca, nem maca para ser socorrido, nem vaga na UTI...

                    Não dá nem para pedir socorro, que as emergências estão lotadas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Mulher dá a luz em sala de espera

               Não atoa, na republiqueta de vira-latas, as mulheres são tratadas como cachorras de rua, embora tenha umas que adorariam ser chamadas de cachorras, neste caso é a imagem e semelhança dos nossos politicos, o caos da saúde pública. Creio que quem deixa a situação tomar essa forma, não tem mãe, ou tem uma que é o segundo caso.
                Mulher grávida de nove meses precisa dar a luz em sala de espera em Santos, pois não aceitaram-a na maternidade Silvério Fontes, pois esquecera os documentos em casa. Para dar a luz na sala de espera não precisava documentos. Agora um caso hipotético, como dizia meu avô, se o camarada chega com uma faca cravada no peito, alguns vão ajudar a empurrar para a morte ser mais rápida, ou caso tenha sido roubado ou não estar com documentos, deixarão com que o cidadão morra na portaria.
                 Esse é o país que temos, ou não temos, a cidadela dos sanguessugas da nação estão mesmo precupados em aumentar salários, no caso os deles, pois estão pouco ligando para o povo, isso para ser razoável, mas porque os filhos de chocadeira iriam se preocupar com maternidade?   

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Ainda bem que pagamos impostos 2

                Mais um capitulo da velha saga brasileira de pagar “bitributação” por tudo. Desta vez precisei de atendimento médico na cidade de Gravataí – RS, mas, mesmo exemplo próprio, serve para as maiores capitais, ou vilarejos recônditos deste imenso país sem lei, calcado na esperança de futuro, que fica sempre no amanhã.

                 Era uma gripe comum, que se estendeu em febre por mais de uma semana, resolvi buscar um atendimento médico após o expediente. Cerca de dezenove horas dirigi-me à uma clinica particular para usufruir do plano de saúde, terceira tarifa que preciso pagar para ter direito a tratamento médico, que na lei me é assegurado. Depois de duas horas e meia, sou atendido pelo pediatra da clínica, que não tem um clínico geral neste horário, apesar de vangloriar-se de ter atendimento emergencial até às 24 horas, e ser alertado que precisava fazer um exame mais detalhado em Raio-X, mas que naquele horário, naquela clínica, o plano não cobria. Só restava uma saída, dirigir-me a um hospital público, para usufruir dos impostos pagos ao ineficiente governo, chego a única clínica pública existente nesta cidade, eram vinte duas horas e treze minutos, mas resolvi ir ao setor dos convênios, onde me informaram que dentro de uma hora seria atendido.

               Na sala de espera da recepção, um homem ensangüentado, pedia pelo amor de Deus que o atendessem, estava ali há horas, tinha sido atropelado, estava com várias escoriações pelo corpo, e o atendimento omisso. Depois de quase uma hora passamos à outra sala, para uma espécie de triagem, e nos encaminharam à outra sala de espera. Só seriamos atendidos por volta de uma e meia da madrugada, por um médico residente que se desdobrava entre os atendimentos pelo SUS e os do convênio.

               Foram feitos alguns exames, que precisaram de mais duas horas para ficar pronto, sorte da natureza nada de mais grave, só de repouso e uns remédios e logo estaremos arribados, para pagar impostos para a saúde, impostos de outras fontes, que dizem ser para a saúde, e ainda pagar altas taxas dos convênios, para na maioria das vezes, nem representa nada, diante de um governo mentecapto, em todas as esferas, que nem para vigiar serve, já que atuar não há competência ou vontade.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ainda bem que pagamos impostos



               Coitados dos familiares do presidente da camara alta do país, que não sabem trabalhar, nem fazer nada, precisam mesmo destes impostos para ganhar a vida, já que de outra forma não teriam condições, enquanto nossas empresas precisam fazer os reparos públicos que o estado não consegue cumprir a demanda. Não bastasse a alta carga tributária sobre os ombros dos empresários, ainda há os sindicatos partidarizados querendo fazer nossos empregadores pagarem maiores salários, enquanto apóiam os mandatários que aumentam impostos, diminuindo as chances de aumentarem os postos de trabalho.
                
                 Uma breve sugestão, é abolir a cobrança de impostos, e deixar que o povo cuide de fazer as obras e os reparos públicos necessários, já que somos tributados três vezes para cada necessidade, e para supri-las só pagando um por fora.

                 Na foto exemplificando, mais um pouco a falência do estado, funcionários do CFC Carlão, pintam a sinalização vertical das vias públicas de Gravataí - RS.

                Já não tem mais saida. Os aeroportos estão fechados, e não tem mais sinalização nas estradas, aliás, restam poucas estradas e ainda cobram pedágios... IPVA... CIDE...

Porta Curtas - Ilha das Flores